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GRUPO I - 05/07/08 - PAIS RECÉM-NASCIDOS - Pr. Zezinho |
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I. INTRODUÇÃO O surgimento do primeiro filho na realidade gera um tríplice nascimento, pois junto com ele "nascem" o pai e a mãe. Construção relacional fundamentalmente artesanal revela-se consistente à medida que se estabelece ao longo do tempo compartilhado (todos "aprendem" por mútua observação). Recebendo amor sincero os pais se motivam e não percebem a presença do sacrifício de tempo e espaço próprios do período, alegrando-se com qualquer manifestação de vida do pequeno bebê. Infelizmente a presença do folclore educacional e da popularização da psicologia tem prejudicado esta relação, "atrofiando" os pais e "aleijando" o desenvolvimento do recém-chegado, gerando um ambiente de intranquilidade. O estímulo excessivo como fruto de cobrança e não de fontes saudáveis levam os pais a confundir verdades e mentiras, fatos e boatos; fazendo-os "desfocar" o que realmente é importante, ou seja, o desenvolvimento natural, espontâneo e consistente já inerente a cada criação a partir de seu Criador. Talvez o fato de somente perceber o com alguma segurança o crescimento físico do bebê e não o emocional e intelectual fragilize os pais recém-nascidos e os envolvam na armadilha das respostas prontas e propostas de outros a partir de suas experiências e conhecimentos. A busca do equilíbrio (ouvir com bom-senso e discernimento) e principalmente uma vida confiada na integridade do Criador é que trará aos pais a tranquilidade necessária e paciência suficiente para construir cada cenário vivencial e poder viver bem cada momento relacional. Assim como a vinda do segundo filho ou filha provoca também o nascimento do irmão ou da irmã (gerando uma nova realidade), torna-se importante conhecer bem as dificuldades dos pais recém-nascidos pode ser o primeiro grande passo para se "esculpir" a partir da inspiração divina esta "obra de arte" chamada família! II. ALGUNS TEMORES INICIAIS Que o bebê tenha alguma doença congênita Que não seja bem cuidado e sofra de alguma maneira Que tenha morte prematura Que seja aquém das expectativas (Ex.: Feio, diferente, estranho etc.) ("Gravidez na mente" X Gravidez no ventre)
Algumas possíveis causas: - Insegurança na relação conjugal anterior à chegada do bebê, "Instabilidade Conjugal" (Ex.: Esposa achar que o marido não vai ajudá-la; marido achar que a esposa vai abandoná-lo por causa do bebê etc.) - Sensação de incompetência em presença do "novo", "Inexperiência Concreta" - Temores espirituais indevidos (má orientação espiritual, pré-conceitos mal resolvidos ou não resolvidos, vida espiritual inconsistente etc.)
III. CONCLUSÃO O grande desafio é transformar "filhos biológicos" em "amigos" e os pais recém-nascidos são conscientes dessa proposta e percebem possuir a maior possibilidade de que seja alcançada, pois contam com a aceitação inicial espontânea e irrestrita dos filhos bem como a ação eficaz do Espírito Santo em Sua criatividade, sensibilidade e paciência. "No caminho em que devem andar..." (Provérbios 22:6) é o rumo indicado pela Palavra de Deus e com certeza conduz ao coração do Pai, bem como a uma vida de paz. Levar esse "amigo" ao "Amigo maior" que é Jesus deve trazer aos pais recém-nascidos o vigor e esperança necessários para correr esta carreira da criação e educação até o fim. Que a renovação de forças, o discernimento correto e fazer da sabedoria uma presença constante sejam recursos espirituais legítimos para ver no crescimento dos filhos uma tremenda benção, não só para eles mesmos, a sua geração e principalmente o coração do Criador! Amém. Referências: Bíblia Sagrada – Sociedade Bíblica do Brasil – Ed. Revista e Atualizada, Revista Veja – Suplemento Especial "Sua Criança" |
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GRUPO I - 07/06/08 - MORTE DA TENTAÇÃO - Pr. Zezinho |
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Mateus 4:1-11 Aparentemente um texto dissociado do nosso tema acaba por adquirir contornos concretos quando considerado como princípios existenciais. Essa luta direta entre Satanás e Jesus aconteceu no início do ministério terreno do Salvador e com certeza refletiu o melhor a ser considerado em termos de propostas. Nossos casais estão no início de sua trajetória conjugal e devem também portar-se vitoriosamente como Cristo naquele dia no deserto. Vejamos as três áreas que foram alvos fundamentais e como Jesus se posicionou: Pão (versos 3-4) – Necessidades básicas, o dia-a-dia, onde a fonte primeira deve ser ratificada (“... procede da boca de Deus.”) – Deuteronômio 8:3. Do Senhor vem tudo que precisamos! A vida vai além de sua horizontalidade sendo estabelecida na verdade em sua verticalidade! Pináculo do templo (versos 5-7) – Ao expor Jesus a uma situação real de perigo (altura), vem o desafio com relação à segurança (Salmo 91:11-12). “Pular” (ato voluntário) é tentar a Deus, já o “cair” (ato involuntário) acessa nossa alma à providência de Deus. O Criador não deve ser tentado (testado dessa maneira em Seu caráter permitindo distância entre teoria e prática), antes honrado (Deuteronômio 6:16)! Reinos do mundo e sua glória (versos 8-10) – Na realidade a intenção do inimigo era um acordo, um “atalho” para o êxito diante dos propósitos da vida, obviamente recusado por Jesus, principalmente em função de seu requisito: adorar (submeter-se) ao diabo! Toda a glória deve ser dada a Deus, seguindo o caminho certo para o êxito proposto (Deuteronômio 6:13)! Jesus já havia se curvado diante do Maior e nunca se submeteria ao Menor! |
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GRUPO III - 29/04/08 - FAMÍLIA DE JESUS - Pr. Zezinho |
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Adaptado de um estudo do Dr. Jorge Maldonado Texto: Lucas 2:41-52 Deus poderia ter trazido Jesus já adulto como fez com Adão no Éden, mas resolveu introduzi-lo dentro de uma família, resgatando assim a importância colocada no Éden sobre a coroa da criação humana – o casamento! Daí os textos das genealogias serem importantes, pois mostram ter Jesus ascendência, na pessoa dos pais, vós etc. - Aspectos importantes sobre a família escolhida por Deus para introduzir Jesus, buscando ambiente adequado para que ele crescesse em "sabedoria, estatura e graça, diante de deus e dos homens" (verso 52): PARTICIPAÇÃO E COMPROMISSO (versos 41-42) – Era participativa, integrando a vida de culto a ponto de se tornar um "costume"! ESPAÇO E DISCERNIMENTO (versos 43-45) – Jesus tinha espaço ("entre os companheiros de viagem...") sendo compartilhado amorosamente com os outros e ao mesmo tempo discernimento de saber a hora de também tê-lo junto de si ("um dia de viagem..."). ACEITAÇÃO, PONDERAÇÃO, EQUILÍBRIO (versos 46-51) – Liberdade para expor sentimentos (aflição, preocupação – "...à procura...") e conceitos (até diferentes) sem ferir a "aceitação inerente" (era filho, mesmo tendo agido de maneira diferenciada daquela esperada pelos pais – verso 48) e tendo sabedoria (equilíbrio) para guardar no coração (evitando conceitos prematuros – verso 51) acerca da resposta sobrenatural, como a que receberam do filho que por estar vivenciando num "ambiente de diálogo" pôde trazer-lhes (versos 49-50). |
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GRUPO I - 17/04/08 - FALANDO SÉRIO... - Pr. Zezinho |
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Texto base: Provérbios 15:23 e 28; 25:11 O companheirismo e a totalidade que Deus planejou para o matrimônio se originam na comunicação, à medida que duas pessoas compartilham a cada dia o significado de suas vidas. Infelizmente ela não vem altamente desenvolvida para o casamento, antes vai sendo cultivada através das experiências dessa nova vida a dois que se inicia. Franqueza e compreensão são dois pontos chaves para uma boa comunicação. A grande porta por onde essa comunicação deve entrar chama-se diálogo e ambos os cônjuges terão sua própria chave para ela. Mantê-la aberta ou fechada é uma decisão que deve ser tomada com sabedoria, humildade e misericórdia (Provérbios 12:19 e 25). I. ALGUNS INIMIGOS DA COMUNICAÇÃO: São dificuldades concretas que podem fragilizar a proposta de comunicação na família. São subprodutos da pós-modernidade sem Deus e devem ser consideradas, avaliadas e superadas pela família cristã: Falta de tempo compartilhado – O máximo que se tem hoje é algum tempo para si, e olhe lá! A correria do dia-a-dia ,a enorme agenda a ser vencida, os compromissos acumulados, entre outros, danificam o processo de comunicação. Falta de motivação – O volume enorme de ofertas acaba por esvaziar o desejo de construir ou lutar. Um estresse generalizado torna os membros da família "econômicos" e até mesmo desinteressados uns nos outros. Tecnologia – Televisão, Internet e outros recursos acabam por trancar a pessoa num mundo virtual, porém cercado de "grades invisíveis". Pode-se viver mergulhado em si mesmo e isolar-se de tudo e de todos! Um fortíssimo movimento contra o matrimônio institucionalizado – É ultrapassado o casamento duradouro, de "papel passado", numa vida comum e num relacionamento crescente à partir de compromissos assumidos diante de si mesmo e de todos.
II. TIPOS DE COMUNICAÇÃO: Vejamos alguns modelos errôneos de comunicação na família, atentando para nós mesmos e nossos relacionamentos: "Nula" - Praticamente não há comunicação. Monossílabos substituem frases e expressões corporais, principalmente de desdém, tornam-se frequentes. Um silêncio patológico toma conta do ambiente e empobrece o relacionamento conjugal. "Vulcânica" - Restrita a momentos de irritação ou discussões, colocando em dia questões antigas e transformando o diálogo numa troca de insultos e desabafos (Provérbios 12:18). "Unilateral" - Somente um fala. O outro não pode ou não consegue falar! Uma enxurrada de palavras quase afoga o cônjuge, traumatizando a relação e adoecendo o desejo de consertos e principalmente perdão (Provérbios 10:19). "Indireta" - A comunicação acontece "através" dos filhos, emprego, dinheiro, situação familiar anterior ao casamento, entre outros. Não se fala diretamente, não se diz claramente, não se expressa! Não há diálogo, somente um "jogo de palavras"! Qual seria o tipo correto de comunicação? Pode ser chamada de bilateral sadia, quando ambos se expressam num contexto relacional saudável. Alguns obstáculos pessoais precisam ser vencidos pela oração e intimidade com Deus, bem como através de ajuda responsável vinda de irmãos fiéis, tais como: dificuldade para conversar (timidez), medo de se abrir, pensar que falar não vai resolver nada, achar que não tem nada a oferecer ao outro (sentir-se inútil) etc. (Provérbios 12: 15; 15:22).
CONCLUINDO... Uma comunicação saudável torna os membros mais responsáveis não só dentro do contexto familiar, como também diante da igreja e da sociedade em geral. É um desejo a ser vencido, gerando frutos abençoados para todos (Provérbios 7:1-3). |
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GRUPO II - 22/04/08 - A PRIMEIRA FAMÍLIA - Pr. Zezinho |
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Texto base: Gênesis 2:20-22 É muito importante conhecermos um pouco mais sobre a primeira família, Adão e Eva, o cenário em que viviam, lutas e principalmente as lições que deixaram para nós hoje. I. O CENÁRIO O contexto onde o primeiro casal viveu não podia ser melhor, sendo acertadamente chamado de Jardim do Éden ou paraíso. Com relação a este casamento observamos que: II. PROBLEMAS E DIFICULDADES Como falar em problemas e dificuldades num ambiente desse? Se não havia pecado (estamos ainda antes da Queda do Homem relatada em Gênesis 3), como poderia alguma coisa dar errada entre ambos? Vejamos algumas questões que envolvem a família cristã, cujas propostas não nascem no pecado, mas na própria vivência humana: A questão do "repasse" - Adão não soube repassar de maneira eficaz a ordem recebida de Deus acerca da árvore do conhecimento do bem e do mal e Eva ficou em dúvida diante da serpente quando questionada. A maneira como compartilhamos nossas experiências com Deus aos nossos familiares deve ser de tal sorte que não haja dúvidas ou espaços para atuação do inimigo. É preciso sabedoria e bom senso nesta questão! A questão das "fontes" - A família, assim como aconteceu com Eva, recebe informações à partir de inúmeras fontes. Tanto Adão quanto a serpente foram "fontes" para ela acerca do fruto proibido. Hoje em dia são muitas as portas de entrada para as informações, além da igreja, líderes e irmãos em Cristo, como televisão, Internet, escola, amigos etc. A questão das decisões pessoais – A decisão de Eva com relação ao fruto proibido afetou seu marido e casamento, bem como seus filhos depois deles. Uma jovem que pensa estar decidindo sozinha quando engravida do namorado, esquece-se que esta decisão atingirá sua família que a ama e se interessa por ela.
REFLETINDO... A família tem responsabilidades e privilégios. Seus membros devem ter consciência desse fato e buscar agir com coerência e decisão, evitando justificar tudo na questão do pecado e ação do inimigo no interior do lar! |
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